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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

O mesmo alarme...

O mesmo alarme serviria para a bebê puxar quando quer chamar a sequestradora que disse para a bebê que era a mãe da bebê, para a bebê ficar longe do genitor, porque o genitor nao dá pelucia rinite nem drops soft traqueostomia para a bebe, e a sequestradora faz exatamente aquilo que o genitor diz pra a sequestradora nao fazer contra a bebê.
A bebe pensaria assim: se quero o drops que entala (mas que ela nao sabe que entala) o dia inteiro e "mamãe" deixa, mas papai nao deixa, entao vou puxar o alarme,porque entao vai todo mundo contra o papai, e eu fico com a mamae (que sequestrou antes mas a bebe nao sabe da premeditacao dolosa da sequestradora nem da quadrilha), e fico livre de ter que ser a melhor nota do colégio, de precisar casar com um homem definitivamente (senao prolifera mas a bebe nao sabe), e a sequestradora quanto mais voce fala pra nao fazer mais ela faz ao contrario, mas o genitor nao pode deixar de falar, entao nao eh o genitor que vai parar de falar porque ela vai fazer ao contrario e vai proliferar o triplo pro genitor parar de falar, porque nao eh se voce falar nao faz e alguem fizer entao quem parar de falar pra nao fazer, eh voce, nao eh?).
Entao esse alarme/trigger que a quadrilha instala na refem para que a bebe soe esse alarme para beneficiar a estratégia premeditada dolosamente pela quadrilha, bastaria o próprio genitor disparar esse alarme/trigger, que a quadrilha inicia a julgar-se e condenar-se, preocupada e raivosa com o alarme disparado, e disparando a condenação dos próprios em 1998 quando a quadrilha sequestrou a prole do genitor, a prole ficou em posse da sequestradora, e o genitor nao conseguiria fiscalizar a prole dele, inclusive sem precisar instalar o alarme.

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